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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Moda, o oficio da criação.
Moda é o ofício de um criador. Não existe moda sem criação.
Porém a responsabilidade do resultado desse ofício ser íntegro ou escravista está na gestão do negócio.
A falta de formação superior na área também é fator complicador da má administração.
Claro que tudo depende de uma índole pessoal voltada ao coletivo ou ao individualismo.
O coletivo se preocupa desde todos os colaboradores até á comunidade e o planeta.
O individual se ocupa do lucro à qualquer custo, custo esse que se abastece dos menos favorecidos ou dos "sem opção".
Claro que toda empresa objetiva o lucro, mas o lucro sem dignidade para todos os envolvidos em todos os processos da cadeia de produção, lançamento e distribuição é uma grande e lamentável ilusão.
Cabe aos alunos, professores e difusores desse rico e belo ofício zelarem pela construção de uma moda comercial cada vez mais justa e admirável também dentro das empresas em suas fábricas e escritórios como o são fora em suas belíssimas e desejosas propagandas.
domingo, 29 de maio de 2011
Impecável
Como toda exposição na FAAP, Os Anos Grace Kelly, Princesa de Mônaco, está impecável.Momentos marcantes da trajetória percorrida pela princesa Grace de Mônaco poderão ser apreciados nessa exposição,no Museu de Arte Brasileira da FAAP, até 10 de julho de 2011, com entrada gratuita.
Com curadoria de Frédéric Mitterrand, atual ministro da Cultura da França, a mostra, originalmente criada em 2007 pelo Grimaldi Forum, reúne cerca de 900 objetos que revisitam a vida da diva que conquistou Hollywood, o Principado de Mônaco e a realeza monegasca.
Entre eles, fotografias, filmes, vestidos, joias, acessórios, quadros, cartas que escrevia e recebia de amigos como rainha Elizabeth, Greta Garbo, Frank Sinatra, Alfred Hitchcock, Jacqueline Kennedy, todos conservados e organizados pelo Palácio Principesco.
Durante a visita, o público terá a oportunidade de ver registros de sua infância e juventude na Filadélfia, sua carreira bem-sucedida como atriz, seu casamento com o príncipe Rainier III e seu destino como princesa. Além disso, o visitante poderá conhecer a mãe dedicada, a amiga solidária, a incentivadora das artes, a presidente da Cruz Vermelha de Mônaco e a defensora de diversas causas humanitárias.
Para traçar a linha do tempo de Grace Kelly, a mostra está dividida em 14 salas.
Momento êxtase em 3 salas
Além dos vestidos originais de grandes marcas como Dior, Chanel, Balenciaga, Givenchy , Yves Saint Laurent e figurinos hollywoodianos imortalizados por Grace Kelly, também acessórios como chapéus, jóias e a bolsa original Kelly, da Hermès. Em formato de trapézio, alça curta e fecho de metal, a bolsa de couro foi criada pela grife francesa em 1935. Mas vinte anos depois, por se tornar o acessório preferido da atriz e princesa de Mônaco, a bolsa acabou ganhando um novo nome: Kelly bag.



Mais sobre Grace
Grace Patrícia Kelly nasceu em uma família católica de ascendência irlandesa, em 12 de novembro de 1929, na Filadélfia, no estado da Pensilvânia. Após ter participado do corpo expedicionário americano na França, em 1917, e de ter sido campeão olímpico de remo por duas vezes no início dos anos 1920, seu pai fez fortuna com uma empresa de construção. Sua mãe, linda e culta, escolheu deliberadamente privilegiar o lar depois de ter sido uma das debutantes mais concorridas. Ambos, dotados de grande carisma e energia, criaram seus quatro filhos com carinho e atenção, mas com princípios morais exigentes, com espírito empreendedor, de esforço e de responsabilidade, ao mesmo tempo protegendo-os do clima de dificuldades sociais do período da Grande Depressão.
Grace, a segunda filha, era doce, sensível e introvertida. Na adolescência, sua natureza sonhadora e poética a aproximou de seu tio Georges Kelly, homem de letras renomado que recebeu o prestigioso Prêmio Pulitzer. No fim dos anos 1940, Grace estudou na Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York, e levou a vida que um aprendiz de ator de boa família levava, morando em pensionato para jovens solteiras e trabalhando como manequim para pagar seus estudos. Rapidamente, começou a participar de apresentações de teatro e de emissões dramáticas ao vivo para a televisão, que na época estava em pleno crescimento. Seu talento, sua beleza, seu charme e profissionalismo atraíram a atenção dos caça-talentos de Hollywood. Assim, desde Matar ou Morrer (High Noon), em 1952, em que Grace atuou junto com o ator Gary Cooper, sua carreira se acelerou de maneira fulgurante. 
Contratada pela MGM, mas requisitada por outros estúdios, o que gerava conflitos, ela deu provas de uma determinação rara e se tornou a atriz mais midiática de 1954, ganhando o Oscar por Amar é Sofrer.No entanto, foi Alfred Hitchcock quem a fez entrar definitivamente no círculo das grandes estrelas legendárias quando lhe confiou três papéis principais: em Disque M para Matar (1954), Janela Indiscreta (1954) e Ladrão de Casaca (1955).
Foi durante as filmagens deste último que ela conheceu o Principado de Mônaco. Ela encarnou o ideal feminino do mestre do suspense, com quem desenvolveu uma amizade inabalável.
Apesar dos inevitáveis romances inventados pela imprensa com parceiros de prestígio, como Clark Gable, Cary Grant e William Holden, sua vida privada continuou discreta. Seu principal affair foi ninguém menos que o célebre costureiro Oleg Cassini, apesar da reticência de seus pais com relação a um homem brilhante, certamente, mas que não era católico e já divorciado.
Apesar dos inevitáveis romances inventados pela imprensa com parceiros de prestígio, como Clark Gable, Cary Grant e William Holden, sua vida privada continuou discreta. Seu principal affair foi ninguém menos que o célebre costureiro Oleg Cassini, apesar da reticência de seus pais com relação a um homem brilhante, certamente, mas que não era católico e já divorciado.
Por ocasião do Festival de Cannes de 1955, seu encontro com o príncipe Rainier III durante uma visita ao Palácio de Mônaco, organizado pela revista Paris Match, mudou radicalmente seu destino. Após uma visita do príncipe à família Kelly durante o Natal, o anúncio do noivado desencadeou uma avalanche na mídia, tomando uma amplitude ainda maior para o que foi chamado de “o casamento do século”, em 19 de abril de 1956. Renunciando ao cinema, dedicando-se aos filhos Caroline (1957), Albert II (1958) e Stephanie (1965), dividindo as tarefas e responsabilidades com seu marido, o príncipe Rainier, e devotando-se incansavelmente ao serviço do Principado e dos monegascos, a princesa Grace executou com perfeição seu papel junto às famílias reais europeias, nos meios sociais, ambientalistas, culturais e no cenário internacional.
Sua nobreza de caráter e seu carisma trouxeram uma áurea de glamour que fascinou a mídia e refletiu sobre o prestígio do Principado. Vale ressaltar a importância dos trabalhos que desenvolveu nos meios sociais, ambientalistas e culturais, conferindo a Mônaco um brilho inigualável. Em 14 de setembro de 1982, aos 52 anos, a princesa Grace perdeu a vida em consequência de um acidente de carro.
Exposição Os Anos Grace Kelly, Princesa de MônacoData: até 10 de julho de 2011
Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
Endereço: Rua Alagoas, 903 Higienópolis
Horários: de terça a sexta, das 10h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h. (Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado.)
Agendamento de visitas educativas: (11)3662.7200 Entrada franca.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ano da França no Brasil
Um brinde a França !
Já que 2009 é o ano da França no Brasil, então vamos comemorar !
Afinal devemos a eles nossas primeiras noções de design , moda e luxo .
Excentricidades a parte ,os franceses como ninguém nos ensinaram sobre sofisticação em vestimentas , adornos e costumes repletos de poesia, requinte, romantismo, feminilidade, cavalheirismo, sedução…
Enquanto isso, aqui no Brasil nós eramos simples, naturais, ágeis, coloridos, criativos, improvisados, selvagens, livres de pudores e amarras, harmoniosos, alegres…
Nas cores fortes e vivas, nas misturas e no artesanal são reveladas a originalidade e ousadia do brasileiro enquanto que os franceses imperam no estilo clássico e vitoriano, maravilhosos e eternos.
E ambas influências tornaram-se inerentes ao cenário da moda mundial permitindo essa fusão de estilos e personalidades que faz do Brasil e da França grandes escolas e referência de moda para outros países.
Entao viva a Moda Francesa no Brasil !
E falando nisso
Viva Christian Lacroix!
Ainda d
a tempo! Até 1º de Novembro!
IMPERDÍVEL !
Com excepcional cenografia ,iluminação e audio-visual
A Exposição Christian Lacroix – Trajes de Cena.
Mostra cerca de 100 trajes de cena e oitenta croquis desenhados por Christian Lacroix sobre os melhores figurinos do estilista francês, desenvolvidos para teatro, ópera e balé.
Atenção bailarinas >>não percam de ver os Tutus que dançam sobre o céu desta exposição.Lindos!Lindos!Sem dúvida um dos melhores momentos.
Museu de Arte Brasileira da FAAP Rua Alagoas, 903, Higienólopis,(11) 3662-7198
E quem é Christian Lacroix ? Lacroix: pronuncia-se "Lacroá".
Importante estilista francês do século XX/XXI.
Tem a sua moda atrelada ao espetáculo, a uma aparição, a um ritual que trás consigo a suspensão do tempo e a valorização de tudo o que não è cotidiano.
Nascido em 16 de maio de 1951 (taurino!), em uma das mais belas cidades da França , Arles, próxima ao Mar Mediterrâneo e localizada em uma região conhecida por Provença a sudeste da França, sempre teve sua beleza celebrada por poetas e pintores em uma vasta produção artística entre cerâmicas,têxteis,festas e plantações de lavanda.
As mulheres em Arles eram exuberantes , possuíam um porte seguro e um tipo de feminilidade que não tem medo de ornamentos.
Grandes inspirações que levaram o então jovem a ingressar no mundo da moda em 1971 e abrir sua Maison em 1986.
No seu primeiro desfile em 1987 o trabalho que Lacroix apresentou remeteu a um universo exuberante, historicista e aristocrático.
Assim em cada trabalho podemos verificar uma declaração de amor ao tecido , ao corte e à costura perfeita. Em uma época de deslumbramento pelas idéias e pelo conceitual, Lacroix ousa mostrar seu amor pela matéria.
Tão importante quanto seu trabalho como estilista,também se destacam seus figurinos para o teatro, balé e ópera.
Como figurinista possui uma consciência do efeito de palco e da alquimia dos materiais necessários à construção da idumentária teatral. Os resultados são os mais impressionantes, onde as proporções, os tecidos, as rendas, as cores entram numa nova lógica, num deleite de formas.
A visão de Lacroix sobre os personagens para o qual desenha sempre se apresenta nova e apaixonada.
Em 1995 recebeu o prêmio Moliére pela montagem de Fedra .
Em Otelo , para a personagem Desdêmona optou por um traje que , em seu corpete e mangas remete à passagem do século XIX para o século XX, criando uma Desdêmona reambientada , atemporal. E ainda nesta mesma montagem, para as vestimentas masculinas, incorpora jaquetas de couro e coletes com aplicações metálicas. E com isso somos remetidos simultâneamente a Veneza do século XVI e ao século XXI em qualquer esquina do mundo.
“...Desenhar para a costura significa criar uma roupa feita para para ser bela sozinha e para ser vista de perto. O traje de cena deve falar de longe e participar da harmonia de um conjunto de coisas que acontecem no palco.”
“Eu quero continuar a acreditar que permanecer diferente é a chave para tudo “
citações de Christian Lacroix


VOCÊ SABIA QUE...
- Tutu é o nome da tradicional roupa de balé. Ele é formado em geral por um corpete apertado com uma saia volumosa e armada, muitas vezes feitas nos tecidos de tule, organza ou musselina que são bastante leves.O Tutu faz com que a bailarina aparente estar voando.
- Ópera é uma obra dramática cantada composta de recitativos, árias, coros e às vezes danças e acompanhamentos de orquestra.A ópera nasce no século XVI, durante o Renascimento com o objetivo de tornar-se a união de todas as artes: a música, o canto, o teatro, as artes plásticas e a dança. Muitas vezes os enredos tratam de amores perdidos e terminam de forma dramática, como em Carmen e Dido e Enéias.
- Balé é a representação executada por bailarinos que pode ter um enredo ou um tema expresso através dos gestos e movimentos da dança junto à música e à pantomina(gestual). Nesta arte o papel do coreógrafo, profissional que elabora os passos e a direção artística do gestual corporal executado pelo bailarino é de fundamental importância.
- Teatro é a arte de representar diante de um público um conjunto de acontecimentos onde as pessoas agem e falam, pode também representar danças e música.Entre as peças teatrais de maior destaque no teatro ocidental figuram aquelas escritas por William Shakespeare que são reencenadas em todos o mundo anualmente como, por exemplo, a montagem de Otelo, com direção de Anne Delbée e figurinos de Christian Lacroix presentes à exposição. Para esta peça, Lacroix concebeu os figurinos a partir de roupas recuperadas compradas em brechós e feiras de sobra de roupas militares.
- Entre os muitos profissionais envolvidos em uma produção de ópera, balé, e teatro, estão incluídos: diretores, cenógrafos, cenotécnicos, maquinistas, figurinistas, aderecistas, sonoplastas, músicos, técnicos de som, iluminadores...dependendo de sua especificidade uma produção pode contar com cantores e diretores musicais, como no caso da ópera , ou coreógrafo como no caso do balé.
Já que 2009 é o ano da França no Brasil, então vamos comemorar !
Afinal devemos a eles nossas primeiras noções de design , moda e luxo .
Excentricidades a parte ,os franceses como ninguém nos ensinaram sobre sofisticação em vestimentas , adornos e costumes repletos de poesia, requinte, romantismo, feminilidade, cavalheirismo, sedução…
Enquanto isso, aqui no Brasil nós eramos simples, naturais, ágeis, coloridos, criativos, improvisados, selvagens, livres de pudores e amarras, harmoniosos, alegres…
Nas cores fortes e vivas, nas misturas e no artesanal são reveladas a originalidade e ousadia do brasileiro enquanto que os franceses imperam no estilo clássico e vitoriano, maravilhosos e eternos.
E ambas influências tornaram-se inerentes ao cenário da moda mundial permitindo essa fusão de estilos e personalidades que faz do Brasil e da França grandes escolas e referência de moda para outros países.
Entao viva a Moda Francesa no Brasil !
E falando nisso
Viva Christian Lacroix!
Ainda d
a tempo! Até 1º de Novembro!IMPERDÍVEL !
Com excepcional cenografia ,iluminação e audio-visual

A Exposição Christian Lacroix – Trajes de Cena.
Mostra cerca de 100 trajes de cena e oitenta croquis desenhados por Christian Lacroix sobre os melhores figurinos do estilista francês, desenvolvidos para teatro, ópera e balé.
Atenção bailarinas >>não percam de ver os Tutus que dançam sobre o céu desta exposição.Lindos!Lindos!Sem dúvida um dos melhores momentos.
Museu de Arte Brasileira da FAAP Rua Alagoas, 903, Higienólopis,(11) 3662-7198
E quem é Christian Lacroix ? Lacroix: pronuncia-se "Lacroá".
Importante estilista francês do século XX/XXI.
Tem a sua moda atrelada ao espetáculo, a uma aparição, a um ritual que trás consigo a suspensão do tempo e a valorização de tudo o que não è cotidiano.
Nascido em 16 de maio de 1951 (taurino!), em uma das mais belas cidades da França , Arles, próxima ao Mar Mediterrâneo e localizada em uma região conhecida por Provença a sudeste da França, sempre teve sua beleza celebrada por poetas e pintores em uma vasta produção artística entre cerâmicas,têxteis,festas e plantações de lavanda.
As mulheres em Arles eram exuberantes , possuíam um porte seguro e um tipo de feminilidade que não tem medo de ornamentos.
Grandes inspirações que levaram o então jovem a ingressar no mundo da moda em 1971 e abrir sua Maison em 1986.
No seu primeiro desfile em 1987 o trabalho que Lacroix apresentou remeteu a um universo exuberante, historicista e aristocrático.
Assim em cada trabalho podemos verificar uma declaração de amor ao tecido , ao corte e à costura perfeita. Em uma época de deslumbramento pelas idéias e pelo conceitual, Lacroix ousa mostrar seu amor pela matéria.
Tão importante quanto seu trabalho como estilista,também se destacam seus figurinos para o teatro, balé e ópera.
Como figurinista possui uma consciência do efeito de palco e da alquimia dos materiais necessários à construção da idumentária teatral. Os resultados são os mais impressionantes, onde as proporções, os tecidos, as rendas, as cores entram numa nova lógica, num deleite de formas.
A visão de Lacroix sobre os personagens para o qual desenha sempre se apresenta nova e apaixonada.
Em 1995 recebeu o prêmio Moliére pela montagem de Fedra .
Em Otelo , para a personagem Desdêmona optou por um traje que , em seu corpete e mangas remete à passagem do século XIX para o século XX, criando uma Desdêmona reambientada , atemporal. E ainda nesta mesma montagem, para as vestimentas masculinas, incorpora jaquetas de couro e coletes com aplicações metálicas. E com isso somos remetidos simultâneamente a Veneza do século XVI e ao século XXI em qualquer esquina do mundo.
“...Desenhar para a costura significa criar uma roupa feita para para ser bela sozinha e para ser vista de perto. O traje de cena deve falar de longe e participar da harmonia de um conjunto de coisas que acontecem no palco.”
“Eu quero continuar a acreditar que permanecer diferente é a chave para tudo “
citações de Christian Lacroix


VOCÊ SABIA QUE...
- Tutu é o nome da tradicional roupa de balé. Ele é formado em geral por um corpete apertado com uma saia volumosa e armada, muitas vezes feitas nos tecidos de tule, organza ou musselina que são bastante leves.O Tutu faz com que a bailarina aparente estar voando.
- Ópera é uma obra dramática cantada composta de recitativos, árias, coros e às vezes danças e acompanhamentos de orquestra.A ópera nasce no século XVI, durante o Renascimento com o objetivo de tornar-se a união de todas as artes: a música, o canto, o teatro, as artes plásticas e a dança. Muitas vezes os enredos tratam de amores perdidos e terminam de forma dramática, como em Carmen e Dido e Enéias.
- Balé é a representação executada por bailarinos que pode ter um enredo ou um tema expresso através dos gestos e movimentos da dança junto à música e à pantomina(gestual). Nesta arte o papel do coreógrafo, profissional que elabora os passos e a direção artística do gestual corporal executado pelo bailarino é de fundamental importância.
- Teatro é a arte de representar diante de um público um conjunto de acontecimentos onde as pessoas agem e falam, pode também representar danças e música.Entre as peças teatrais de maior destaque no teatro ocidental figuram aquelas escritas por William Shakespeare que são reencenadas em todos o mundo anualmente como, por exemplo, a montagem de Otelo, com direção de Anne Delbée e figurinos de Christian Lacroix presentes à exposição. Para esta peça, Lacroix concebeu os figurinos a partir de roupas recuperadas compradas em brechós e feiras de sobra de roupas militares.
- Entre os muitos profissionais envolvidos em uma produção de ópera, balé, e teatro, estão incluídos: diretores, cenógrafos, cenotécnicos, maquinistas, figurinistas, aderecistas, sonoplastas, músicos, técnicos de som, iluminadores...dependendo de sua especificidade uma produção pode contar com cantores e diretores musicais, como no caso da ópera , ou coreógrafo como no caso do balé.
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